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CO e ar comprimido: Monitoramento inteligente e seguro com o sistema OTOX da Connex®

O risco invisível: por que o CO exige atenção redobrada

O uso de respiradores do tipo adução de ar comprimido impõe às empresas uma obrigação não apenas técnica, mas legal e moral: garantir ar respirável seguro para os trabalhadores. Embora a NR-6 não mencione diretamente o monitoramento de monóxido de carbono (CO), esse controle é inegociável diante do conjunto de normas brasileiras e técnicas aplicáveis.

O CO é um gás altamente tóxico, incolor, inodoro e muitas vezes subestimado.
Ele pode ser introduzido no sistema de ar comprimido por:

  • Compressores com motor de combustão interna;

  • Contaminação do ambiente de captação de ar;

  • Deficiências de manutenção ou filtragem.

O que diz a legislação?

A NR-6, atualizada pela Portaria MTP nº 672/2021 e reforçada pela Portaria MTP nº 2.175/2022, passou a exigir a adoção integral das diretrizes do Programa de Proteção Respiratória (PPR) da Fundacentro. Ou seja, o que antes era apenas uma recomendação agora possui força de lei.

OTOX - Na Indústria
OTOX - Monitor de CO na Indústria

📌 Resumo da Obrigatoriedade:

Elemento

O que determina

PPR da Fundacentro         

Passa a ser obrigatório como referência para seleção, uso e manutenção dos EPRs

Portaria 672/2021 (Art. 44-45)                   

Determina que as diretrizes do PPR sejam seguidas legalmente

Portaria 2.175/2022

Incorpora essa exigência à própria NR-06


A importância da NBR 12543:2017

A ABNT NBR 12543:2017 define critérios para qualidade do ar respirável, inclusive com limites máximos de CO (10 ppm) e a exigência de monitoramento contínuo com alarmes e desligamento automático em caso de excedentes. Esta norma é a principal referência técnica nacional para ambientes industriais que usam ar comprimido respirável.

“O ar fornecido para respiração deve ser monitorado continuamente para garantir a conformidade com os limites de contaminantes, utilizando métodos confiáveis e equipamentos calibrados.”
(Fonte: NBR 12543:2017 – Seção 5)

Consequências da negligência
Não seguir essas exigências pode resultar em:

    • Multas e autuações trabalhistas;

    • Acidentes graves, inclusive fatais;

    • Interrupções operacionais;

  • Danos reputacionais frente a clientes e órgãos reguladores.

    Portanto, o monitoramento contínuo de CO não é apenas uma recomendação técnica — é uma necessidade operacional e legal.


Como a Connex® pode ajudar?

A Connex® Indústria é referência em soluções de ar respirável seguro, com produtos como o Sistema de Monitoramento de Gases OTOX e Filtros para Ar Comprimido, desenvolvidos conforme as normas NR-6 e NBR 12543:2017.

A ausência de uma menção explícita na NR-6 sobre o monitoramento de CO não isenta a empresa da responsabilidade de garantir a segurança do ar respirável. Pelo contrário: a exigência implícita está clara nas diretrizes que definem o que é considerado ar seguro. Com base nisso, o uso de monitoramento contínuo de monóxido de carbono deve ser encarado como obrigatório.

⚠️ Sua empresa está em conformidade com as normas de ar respirável?

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Com 30 anos de mercado e mais de 40 anos de experiência em projetos, a Connex fabrica equipamentos para proteção respiratória 100% nacionais com altíssima qualidade.

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